Agosto 2012
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“— Queria estar ai.
— E o que faria se estivesse?
— Por primeiro, eu te bateria. Tiraria toda minha raiva de você, por todas as vezes que você me fez sentir ciúmes e me ignorou. E depois? Depois eu te pegaria.
— Me bateria e depois me pegaria? Assim, tão fácil?
— Claro.
— Quem você pensa que é?
— Eu? Penso que sou sua e você meu.
— Tá certa.
— E por isso vou te ter fácil, nada de ser romântica. Não vou precisar.
— E porque acha isso?
— Não acha que eu já lutei o bastante pra te ter, não? Não acha que eu já fui romântica ao extremo? Tô cansada, quero meu prêmio.
— E meu beijo é o seu prêmio?
— Você por inteiro é o meu prêmio, idiota.” —Tua-Idiota. (via tua-idiota)
— E o que faria se estivesse?
— Por primeiro, eu te bateria. Tiraria toda minha raiva de você, por todas as vezes que você me fez sentir ciúmes e me ignorou. E depois? Depois eu te pegaria.
— Me bateria e depois me pegaria? Assim, tão fácil?
— Claro.
— Quem você pensa que é?
— Eu? Penso que sou sua e você meu.
— Tá certa.
— E por isso vou te ter fácil, nada de ser romântica. Não vou precisar.
— E porque acha isso?
— Não acha que eu já lutei o bastante pra te ter, não? Não acha que eu já fui romântica ao extremo? Tô cansada, quero meu prêmio.
— E meu beijo é o seu prêmio?
— Você por inteiro é o meu prêmio, idiota.” —Tua-Idiota. (via tua-idiota)
“— Vem pra cá, gordinha.
— Olha que eu vou, amor.
— Mesmo?
— Mesmo.
Ele sorri.
— E se eu for?
— Eu te beijo.
— Só beija?
— De início sim.
— E por fim?
— Nada.
— Nada?
— É, porque não vai ter fim.” —Tua-Idiota. (via tua-idiota)
— Olha que eu vou, amor.
— Mesmo?
— Mesmo.
Ele sorri.
— E se eu for?
— Eu te beijo.
— Só beija?
— De início sim.
— E por fim?
— Nada.
— Nada?
— É, porque não vai ter fim.” —Tua-Idiota. (via tua-idiota)
“— Hoje ele me viu sentada perto de uns meninos e simplesmente passou sem dizer um oi comigo. Eu o vi no no recreio sozinho, fui até ele mas ele me tratou com indiferença, sorriu pra mim e abaixou a cabeça para trocar de música no celular. Na sala de aula ele me olhava de cinco em cinco minutos e não fazia nada, ele sempre foi de piscar, de sorrir e de simplesmente transmitir algo pelo olhar, mas não aconteceu isso. Ele simplesmente olhava e mão fazia nada. Eu pedi o casaco para ele emprestado por eu estar com frio e ele mandou eu pegar de um amigo meu, então eu peguei e ele ficou mais frio do que antes. Eu o mandei mensagem perguntando o porque dele estar frio, perguntei se era ciúmes, mas ele disse que não sente ciúmes de ninguém e mandou uma carinha feliz. Eu não entendi, apenas respondi um ok. Mas eu acho que ele gosta de mim, parece que ele sente ciúmes mas ele não admite, ele me ignora. Parece que ele não quer me ver, não me dá carinho mas também não quer que ninguém me dê. Eu não o entendo.
— Você entende o amor?
— Eu? Não.
— Nem ele.
— Como assim?
— Ele sente ciúmes.
— Ele disse que não era ciumento.
— Mas ele foi.
— E agora?
— E agora liga para ele e diga que o ama.
— E porque?
— Porque ele anda te amando mais que tudo.
— Como sabe?
— Eu não sei.
— Como não sabe e diz que ele me ama?
— Porque ao mesmo tempo que ele te olhava do outro lado da sala, ele escrevia seu nome na mesa.” —Tua-Idiota. (via tua-idiota)
— Você entende o amor?
— Eu? Não.
— Nem ele.
— Como assim?
— Ele sente ciúmes.
— Ele disse que não era ciumento.
— Mas ele foi.
— E agora?
— E agora liga para ele e diga que o ama.
— E porque?
— Porque ele anda te amando mais que tudo.
— Como sabe?
— Eu não sei.
— Como não sabe e diz que ele me ama?
— Porque ao mesmo tempo que ele te olhava do outro lado da sala, ele escrevia seu nome na mesa.” —Tua-Idiota. (via tua-idiota)
“— Amor, tu ainda tem bala?
— Aham mas só uma.
— Ah, mas eu só quero uma mesmo. Ele sorri de lado.
— Vai me dar ou não?
— Não.
— Então me dá dinheiro pra eu comprar.
— Você não tem dinheiro Isabella? Você veio pro shopping sem um centavo? Isso mesmo?
— Thomas você começou a namorar comigo sabendo da minha situação financeira precária.
— Não fala merda vai.
— Merda. Ela ri.
— Nossa que engraçada que você é. Pega o dinheiro vai comprar. Ele oferece uma cédula de dois reais pra ela.
— Eu tenho dinheiro né seu trouxa.
— Idiota.
— Aham, você é mesmo!
Ela vai comprar bala, e ele fica esperando ela.
— Voltei amor… Sentiu minha falta?
— Aham, aham… Demais. Amor, tá vendo aquela loirinha alí sentada?
— Aham tô.
— Linda ela né?
— Linda? Linda? Ela é perfeita Thomas. Viu a bunda dela?
— Não né, por que ela tá sentada.
— A boca dela é linda.
— A tua é mais.
— Claro que não Thomas. A dela é carnuda rosadinha. Linda.
— Tanto faz. Nossa
como tu tá interessada nela.
— Mas é porque ela é muito bonita. Viu como ela se veste bem?
— Eu também me visto bem, olha.
— Aham, Thomas claro que sim.
Ela continua a olhar a menina.
— Para, porra!
— Com o quê?
— De olhar essa menina, ela nem bonita é. Cabelo oxigenado, blusa mostrando o útero, sorriso falso, cara de put…
Ela o interrompe.
— Vai lá falar com ela Thomas.
— Anh? Do que você tá falando? Você bebeu não foi? Só pode. Vem cá deixa eu sentir teu hálito.
Ela ri.
— Para de idiotice garoto. Vai lá
falar com ela, pergunta se ela topa fazer sexo á três. Fala que a gente é legal e tudo mais.
Ele a encara.
— O quê que colocaram no seu almoço? Maconha? Só pode. Vem, vamos sair daqui.
Ele a puxa pelo braço.
Ela dá uma risadinha de lado.
— Ei mô.
Ele fica em silêncio.
— Thomas tô falando contigo, dá pra olhar pra mim?
Ele a olha e em seguida fala:
— Tô te olhando, o que é?
— Mas tu é muito babaca mesmo.
— Sou é?
— Claro que é. Ela ri. Você tá aí com cara de quem comeu e não gostou, porque tá com ciúmes.
— Não viaja.
— E sabe o mais rídiculo de tudo isso?
— Hm… Sei não, conte-me.
— Idiota. Ela ri. — Você ficou com ciúmes da menina que você queria usar pra me fazer ciúmes. Rídiculo né?
— Rídicula foi tu fazendo aquilo tudo, chamando a menina de gostosa e tudo mais. Eu e eu não queria te fazer ciúmes, quem disse?
— Eu sei. Eu te conheço. E também aquela menina merecia aqueles elogios ela era linda. Tudo que eu falei era verdade.
— Tudo?
— Aham. Tudinho.
— Até aquilo… Do…
— Do o quê, Thomas Levi Oliveira Trajano?
Ela cruza os braços.
— Esquece, amor.
Ele ri. Ele a beija. Ela o empurra.
— Diz.
— Não.
— Olha que eu vou embora hein.
— Tá… Até a parada do sexo á três?
— Ah sim. Claro, isso era a maior verdade. Vai lá falar com ela amor, acho que ela ainda deve estar lá.
— Sério amor? Sério mesmo?
— Não Thomas! Aquieta esse teu faxo aí garoto. Teus olhos tão brilhando, Deus do céu que tarado que tu é.
— Boba.
— Tudo isso por causa de uma bala né? Que casal maduro nós somos.
— Ah é mô, e em falar em bala vou chupar a minha última.
Ele procura no bolso a última bala. E acaba achando duas.
— THOMAS TU TEM DUAS BALAS? ISSO MESMO?
Ele a olha desconfiado. Com um sorrisinho de lado.
— Desculpa?
— Thomas morre.
— Vish.
— Vish o caralh…
Ele a interrompe.
— Mocinhas não falam palavrão.
— Mocinhas que estão putas com seus namorados babacas, falam sim.
— Não sou babaca.
— Ah não é babaca não, é mãozinha.
— Eu não sabia que tinha duas balas, amor da minha vida.
— Hm.
— Dois.
— Me dá uma bala.
— Mas tu não comprou?
— Mas eu quero a sua.
Ele ri. E dá a bala pra ela.
— Obrigado amor.
— Nunca vi alguém fazer tanto caso por um bala. Um casal começar uma discussão por uma bala. Nunca.
— Eu sou diferente, somos um casal diferente.
— Por isso gosto tanto de ti. Por isso gosto tanto da gente.
Ela baixa a cabeça.
— Tu gosta de mim?
— Gosto.
— Só gosta?
— O que você quer que eu diga?
— Que me a… Esquece. Vamos, quero ir pra casa.
Ela sai na frente. Ele continua no mesmo lugar.
— Ei! Ele grita.
— Vem logo!
— Eu te amo.
— Anh?
— Eu-te-amo. Não tá ouvindo? Eu vou gritar. Olha eu vou gritar aqui no shopping. — EU TE AMO ISABELLA! Ele berra, e todos olham pra ele. Ela vai correndo pra onde ele está, falando:
— Para idiota, tá todo mundo olhando pra gente. Ela põe a mão na boca dele. Ele morde.
— Ai!
— Eu te amo.
— Thomas, já entendi!
— Não vai dizer nada?
— Também te amo, seu idiota. Opa. Meu.
— Seu. Eu sou o teu idiota. O idiota que você ama.
Ela sorri. Ele a beija. Foi o primeiro “eu te amo”, a primeira discussão idiota, a primeira vez que ele fez ela passar vergonha em público. Primeiras vezes que serão seguidas de outras várias.” —Mô da próxima vez tu me dá a bala, ok? Kamila Félix. (via insurgir-se)
— Aham mas só uma.
— Ah, mas eu só quero uma mesmo. Ele sorri de lado.
— Vai me dar ou não?
— Não.
— Então me dá dinheiro pra eu comprar.
— Você não tem dinheiro Isabella? Você veio pro shopping sem um centavo? Isso mesmo?
— Thomas você começou a namorar comigo sabendo da minha situação financeira precária.
— Não fala merda vai.
— Merda. Ela ri.
— Nossa que engraçada que você é. Pega o dinheiro vai comprar. Ele oferece uma cédula de dois reais pra ela.
— Eu tenho dinheiro né seu trouxa.
— Idiota.
— Aham, você é mesmo!
Ela vai comprar bala, e ele fica esperando ela.
— Voltei amor… Sentiu minha falta?
— Aham, aham… Demais. Amor, tá vendo aquela loirinha alí sentada?
— Aham tô.
— Linda ela né?
— Linda? Linda? Ela é perfeita Thomas. Viu a bunda dela?
— Não né, por que ela tá sentada.
— A boca dela é linda.
— A tua é mais.
— Claro que não Thomas. A dela é carnuda rosadinha. Linda.
— Tanto faz. Nossa
como tu tá interessada nela.
— Mas é porque ela é muito bonita. Viu como ela se veste bem?
— Eu também me visto bem, olha.
— Aham, Thomas claro que sim.
Ela continua a olhar a menina.
— Para, porra!
— Com o quê?
— De olhar essa menina, ela nem bonita é. Cabelo oxigenado, blusa mostrando o útero, sorriso falso, cara de put…
Ela o interrompe.
— Vai lá falar com ela Thomas.
— Anh? Do que você tá falando? Você bebeu não foi? Só pode. Vem cá deixa eu sentir teu hálito.
Ela ri.
— Para de idiotice garoto. Vai lá
falar com ela, pergunta se ela topa fazer sexo á três. Fala que a gente é legal e tudo mais.
Ele a encara.
— O quê que colocaram no seu almoço? Maconha? Só pode. Vem, vamos sair daqui.
Ele a puxa pelo braço.
Ela dá uma risadinha de lado.
— Ei mô.
Ele fica em silêncio.
— Thomas tô falando contigo, dá pra olhar pra mim?
Ele a olha e em seguida fala:
— Tô te olhando, o que é?
— Mas tu é muito babaca mesmo.
— Sou é?
— Claro que é. Ela ri. Você tá aí com cara de quem comeu e não gostou, porque tá com ciúmes.
— Não viaja.
— E sabe o mais rídiculo de tudo isso?
— Hm… Sei não, conte-me.
— Idiota. Ela ri. — Você ficou com ciúmes da menina que você queria usar pra me fazer ciúmes. Rídiculo né?
— Rídicula foi tu fazendo aquilo tudo, chamando a menina de gostosa e tudo mais. Eu e eu não queria te fazer ciúmes, quem disse?
— Eu sei. Eu te conheço. E também aquela menina merecia aqueles elogios ela era linda. Tudo que eu falei era verdade.
— Tudo?
— Aham. Tudinho.
— Até aquilo… Do…
— Do o quê, Thomas Levi Oliveira Trajano?
Ela cruza os braços.
— Esquece, amor.
Ele ri. Ele a beija. Ela o empurra.
— Diz.
— Não.
— Olha que eu vou embora hein.
— Tá… Até a parada do sexo á três?
— Ah sim. Claro, isso era a maior verdade. Vai lá falar com ela amor, acho que ela ainda deve estar lá.
— Sério amor? Sério mesmo?
— Não Thomas! Aquieta esse teu faxo aí garoto. Teus olhos tão brilhando, Deus do céu que tarado que tu é.
— Boba.
— Tudo isso por causa de uma bala né? Que casal maduro nós somos.
— Ah é mô, e em falar em bala vou chupar a minha última.
Ele procura no bolso a última bala. E acaba achando duas.
— THOMAS TU TEM DUAS BALAS? ISSO MESMO?
Ele a olha desconfiado. Com um sorrisinho de lado.
— Desculpa?
— Thomas morre.
— Vish.
— Vish o caralh…
Ele a interrompe.
— Mocinhas não falam palavrão.
— Mocinhas que estão putas com seus namorados babacas, falam sim.
— Não sou babaca.
— Ah não é babaca não, é mãozinha.
— Eu não sabia que tinha duas balas, amor da minha vida.
— Hm.
— Dois.
— Me dá uma bala.
— Mas tu não comprou?
— Mas eu quero a sua.
Ele ri. E dá a bala pra ela.
— Obrigado amor.
— Nunca vi alguém fazer tanto caso por um bala. Um casal começar uma discussão por uma bala. Nunca.
— Eu sou diferente, somos um casal diferente.
— Por isso gosto tanto de ti. Por isso gosto tanto da gente.
Ela baixa a cabeça.
— Tu gosta de mim?
— Gosto.
— Só gosta?
— O que você quer que eu diga?
— Que me a… Esquece. Vamos, quero ir pra casa.
Ela sai na frente. Ele continua no mesmo lugar.
— Ei! Ele grita.
— Vem logo!
— Eu te amo.
— Anh?
— Eu-te-amo. Não tá ouvindo? Eu vou gritar. Olha eu vou gritar aqui no shopping. — EU TE AMO ISABELLA! Ele berra, e todos olham pra ele. Ela vai correndo pra onde ele está, falando:
— Para idiota, tá todo mundo olhando pra gente. Ela põe a mão na boca dele. Ele morde.
— Ai!
— Eu te amo.
— Thomas, já entendi!
— Não vai dizer nada?
— Também te amo, seu idiota. Opa. Meu.
— Seu. Eu sou o teu idiota. O idiota que você ama.
Ela sorri. Ele a beija. Foi o primeiro “eu te amo”, a primeira discussão idiota, a primeira vez que ele fez ela passar vergonha em público. Primeiras vezes que serão seguidas de outras várias.” —Mô da próxima vez tu me dá a bala, ok? Kamila Félix. (via insurgir-se)
“— Thomas?
— Oi amor.
— Tô com fome.
— Sério? Eu também.
— Vai fazer algo pra gente comer. — Ah claro. Ele ri.
— Vai lá Thomas!
— Eu sou o homem, você a mulher, você cozinha e eu fico aqui esperando.
— Que machista, meu Deus.
— Sou nada.
— Thomas larga de ser chato garoto, você sabe que é melhor na cozinha do que eu.
— Um macaco é melhor do que você na cozinha, Isabella. Ele dá uma gargalhada.
— Nossa como você é engraçado. Ela revira os olhos.
— Sou mesmo. E você péssima na cozinha.
— Você está se negando a fazer um simples sanduíche pra mim?
— Eu tô com preguiça poxa.
— Deveria ter começado a namorar um cara que não fosse preguiçoso. Ela sussurra.
— Como é? Repete.
— Você ouviu. Ela ri.
— E eu deveria ter começado a,namorar alguém que saiba como colocar uma fatia de queijo no pão. Eles riem.
— Pobre de mim, eu sei como colocar queijo no pão.
— Engraçado você saber o que é o queijo. Ele ri.
— Estou me sentindo ofendida, seu exagerado.
— Eu espero sinceramente que você aprenda a cozinhar.
— É, e porquê?
— Porque quando nós casarmos e tivermos nossos 11 filhos eu não vou fazer a papinha deles, você vai. E eu quero vir almoçar em casa e ter comida de verdade pra comer e não comida congelada.
— 11 filhos Thomas?
— Eu também acho pouco, porém iremos ter mais, relaxa.
— Eu acho muito.
— Claro que não. Iremos ter 5 meninos e seis meninas.
— Não mesmo, 6 meninos, eles dão menos trabalho.
— Meninas não dão trabalho algum.
— Elas serão suas filhas, não tenha tanta certeza disso.
— E os meninos teus filhos serão mais danados.
— 2 meninos e duas meninas.
— 3 meninas e dois meninos.
— 2 meninas e dois meninos de quebra eu ainda aprendo a cozinhar.
— Fechado.
Ela o beija.
— Hm, você já quer começar agora? Ok então.
— Idiota. Ela ri.
— Olha o respeito, esse idiota aqui é o futuro pai dos teus filhos. Eles riem.” —Por você eu até aprendo a cozinhar. Kamila Félix. (via insurgir-se)
— Oi amor.
— Tô com fome.
— Sério? Eu também.
— Vai fazer algo pra gente comer. — Ah claro. Ele ri.
— Vai lá Thomas!
— Eu sou o homem, você a mulher, você cozinha e eu fico aqui esperando.
— Que machista, meu Deus.
— Sou nada.
— Thomas larga de ser chato garoto, você sabe que é melhor na cozinha do que eu.
— Um macaco é melhor do que você na cozinha, Isabella. Ele dá uma gargalhada.
— Nossa como você é engraçado. Ela revira os olhos.
— Sou mesmo. E você péssima na cozinha.
— Você está se negando a fazer um simples sanduíche pra mim?
— Eu tô com preguiça poxa.
— Deveria ter começado a namorar um cara que não fosse preguiçoso. Ela sussurra.
— Como é? Repete.
— Você ouviu. Ela ri.
— E eu deveria ter começado a,namorar alguém que saiba como colocar uma fatia de queijo no pão. Eles riem.
— Pobre de mim, eu sei como colocar queijo no pão.
— Engraçado você saber o que é o queijo. Ele ri.
— Estou me sentindo ofendida, seu exagerado.
— Eu espero sinceramente que você aprenda a cozinhar.
— É, e porquê?
— Porque quando nós casarmos e tivermos nossos 11 filhos eu não vou fazer a papinha deles, você vai. E eu quero vir almoçar em casa e ter comida de verdade pra comer e não comida congelada.
— 11 filhos Thomas?
— Eu também acho pouco, porém iremos ter mais, relaxa.
— Eu acho muito.
— Claro que não. Iremos ter 5 meninos e seis meninas.
— Não mesmo, 6 meninos, eles dão menos trabalho.
— Meninas não dão trabalho algum.
— Elas serão suas filhas, não tenha tanta certeza disso.
— E os meninos teus filhos serão mais danados.
— 2 meninos e duas meninas.
— 3 meninas e dois meninos.
— 2 meninas e dois meninos de quebra eu ainda aprendo a cozinhar.
— Fechado.
Ela o beija.
— Hm, você já quer começar agora? Ok então.
— Idiota. Ela ri.
— Olha o respeito, esse idiota aqui é o futuro pai dos teus filhos. Eles riem.” —Por você eu até aprendo a cozinhar. Kamila Félix. (via insurgir-se)
Julho 2012
1 postagem
Junho 2012
8 postagens
Indiferença
- Ela: Vou começar a lhe dar tudo o que recebo.
- Ele: Vá em frente, eu só lhe dou amor.
- Ela: Se ignorar, não falar que me ama, não ligar para mim é amar, então eu vou amá-lo mais que tudo.
- Ele: Você não está dando valor a mim.
- Ela: A palavra “valor” no nosso relacionamento não existe, está exilada.
- Ele: Você está sendo dura comigo.
- Ela: Apenas estou dando o que você merece, estou lhe dando o que você me dá: A indiferença.
- Ele: …
